terça-feira, 30 de novembro de 2010

30 filmes que você NÃO pode deixar de assistir


  • Fahrenheit 11 de setembro (Fahrenheit 9/11; 2004, EUA, direção: Michael Moore) – Documentário sobre como os EUA se tornaram alvo de ataques terroristas a partir dos atentados de 11 de setembro de 2001.

  • O Nome da Rosa (The Name of the Rose; 1986, Itália/Alemanha/França, direção: Jean-Jacques Annaud) – Durante a Itália Medieval, um monge é chamado para solucionar um crime que abala uma abadia.Com base no livro homônimo de Umberto Eco, possui uma boa reconstituição da época.

  • Tempos Modernos (Modern Times; 1936, EUA, direção: Charles Chaplin) – Durante a Depressão de 30, Carlitos trabalha em uma grande indústria e se torna líder de uma greve por acaso. Mostra as conseqüências da modernização, a condição desumana do trabalhador, a extração da mais-valia. Uma crítica à industrialização selvagem e ao descaso com os operários.

  • Bom dia, Vietnã (Good morning, Vietnam; 1987; EUA, direção Barry Levinson) – Em 1965, no início da intervenção militar, soldado (Robin Williams) trabalhava como discjóquei em uma rádio do exército em Saigon. Irreverente, anti- militarista, denunciava a propaganda de guerra, as mentiras dos comunicados militares e mudava a programação musical oficial. Baseado na vida do soldado Adrian Cronauer.

  • O dia depois de amanhã (The day after tomorrow; 2004, EUA, direção: Roland Emmerich) – Atitudes que provocaram, por exemplo, o aquecimento global e outras modificações ambientais, geram uma onda de catástrofes que irá modificar a vida na Terra. Útil também para analisar algumas impossibilidades colocadas no filme.

  • Dersu Uzala (Dersu Uzala; 1975; URSS/Japão, direção: Akira Kurosawa) – A relação do homem com a natureza. No fim do século XIX, um cartógrafo russo recebe a incumbência de realizar um mapeamento de áreas da Sibéria; ali conhece um caçador mongol e se tornam amigos.

  • Doutor Jivago (Doctor Zhivago; 1965, EUA, direção: David Lean) – Durante a revolução e a guerra civil na Rússia Bolchevique, um médico e poeta burguês procura manter seus ideais liberais e se apaixonou pela esposa de um líder político e militar bolchevique.

  • Tucker – um homem e seu sonho (Tucker – the man and his dream; EUA, 1988, direção:Francis Ford Coppola) – Crítica ao capitalismo monopolista, dominado por cartéis que inviabilizam a concorrência. Baseado na história real do inventor Preston Tucker que, em 1948, construiu um carro, provocando a ira das “três grandes” (GM, Ford e Chrysler).Importante para discutir capitalismo monopolista, cartelização, livre concorrência etc.

  • Um grito de liberdade (Cry Freedom; 1987, Inglaterra, direção: Richard Attenborouh) – Retrato da política do apartheid na África do Sul. Baseado nos livros Biko e Asking, do jornalista Donald Woods. Mostra a situação dos negros, a amizade e o assassinato de Steve Biko, um líder sul-africano.

  • Gaijin – Os caminhos da liberdade (1980, Brasil, direção: Tizuka Yamazaki) – Sobre a vinda de imigrantes japoneses para o trabalho nas fazendas de café no interior do estado de São Paulo. Por meio de uma história de amor (entre uma imigrante japonesa e um imigrante italiano), aborda a condição de vida destes colonos e a relação dos colonos japoneses com italianos e nordestinos.

  • Vidas Secas (1963, Brasil, direção: Nelson Pereira dos Santos) – (do romance de Graciliano Ramos) Narra a história de uma família de retirantes nordestinos que foge da Seca. Bastante fiel ao livro, mostra a caminhada sempre em busca de um local para ficar. Existe o período de tempo bom – no qual a família permanece em uma fazenda – até a estiagem, a ausência de inverno, quando ela se põe a caminho novamente.

  • Todos os homens do presidente (All the President’s Men; 1976, EUA, direção: Alan J. Pakula) – A respeito do Escândalo de Watergate, durante o período Nixon. Dois jornalistas(Carl Bernstein e Bob Woodward) do Washington Post investigam a invasão da sede do Partido Democrata durante a campanha presidencial de 1972.

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Entre outros: Uma verdade inconveniente, Tiros em Columbine, Elizabeth 1 e 2, A Queda!, Adeus Lenin, A última hora, Carlota Joaquina, Diario de motocicleta, Hotel Ruanda, Senhor das armas, Lutero, O ano em que meus pais sairam de férias, O jardineiro fiel, Em nome da Rosa, o que é isso companheiro?, The Corporation, Siper sizeme - A dieta do palhaço, Zuzu Angel entre CENTENAS de outros!

O que é geografia?

O que é Geografia?

Durante muito tempo eu me indaguei sobre essa fatídica pergunta. No dicionário diz que “a geografia é uma ciência que tem por objetivo o estudo da superfície terrestre e a distribuição espacial de fenômenos significativos na paisagem. Também estuda a relação recíproca entre o homem e o meio ambiente”. E é nesse conceito que a gente se prende até que num momento percebemos que é muito mais que isso.
A geografia como ciência realmente se baseia no estudo do espaço e seus fenômenos, mas como filosofia ela transcende, e em proporções grandiosas, esse conceito. Magicamente aprendemos com ela como chegamos, como nos desenvolvemos física e politicamente e passamos a entender o porquê do nosso modo de vida. Ela nos faz descobrir os nós de nossa sociedade e nos convida a desatá-los. Nos mostra o funcionamento do nosso ambiente, nosso solo, nossa hidrografia e tudo mais que interfere no nosso modo de vida.
Eu falo, e por experiência própria, que a Geografia nos transforma por dentro. Deixamos de ser sujeitos sociais para nos transformarmos em cidadãos críticos e analíticos formadores de opinião e principalmente a sermos agente de transformação! A geografia instrui que o que se movimenta está vivo, que ficar parado não é a melhor opção, que sempre podemos fazer mais pelo coletivo e pelos nosso ideais. Nos mostra o valor das diferenças, a importância do respeito e joga por terra preconceitos fazendo emergir o sabor dos mais variados modos de vida e de cultura.
Quando criamos uma intimidade com essa ciência tão fantástica percebemos que devemos evoluir sempre, e que respeitar e proteger nosso meio é uma questão de vida! Como diz o Milton Santos “O mundo é formado não apenas pelo que já existe, mas pelo que pode efetivamente existir”, então façamos, comecemos a mudar o mundo hoje, começando por nos mesmos, e nem precisa ser com grandes atos. E se me permite, sugiro que essa transformação possa começar com o exercício do respeito, tente e você vai ver que tudo fica geograficamente mais interessante!

Via: Italo Freitas (Tito)

domingo, 28 de novembro de 2010

Charge sobre fordismo



FORDISMO: é um sistema de produção, criado pelo empresário norte-americano Henry Ford, cuja principal característica é a fabricação em massa. Henry Ford criou este sistema para sua indústria de automóveis, projetando um sistema baseado numa linha de montagem.
O objetivo principal deste sistema era reduzir ao máximo os custos de produção e assim baratear o produto, podendo vender para o maior número possível de consumidores. Desta forma, dentro deste sistema de produção, uma esteira rolante conduzia a produto, no caso da Ford os automóveis, e cada funcionário executava uma pequena etapa. Logo, os funcionários não precisavam sair do seu local de trabalho, resultando numa maior velocidade de produção. Também não era necessária utilização de mão-de-obra muito capacitada, pois cada trabalhador executava apenas uma pequena tarefa dentro de sua etapa de produção.
Na década de 1980, o fordismo entrou em declínio com o surgimento de um novo sistema de produção mais eficiente, o Toyotismo. Mas isso já é conteúdo de outra futura postagem. =)

Bom domingo!

Geo game 3

Boa tarde, gente!
Pra curtir o domingo jogando e aprendendo.
Segue alguns links do Geo game edição #03 de domingo!

Jogo da pirâmide etária
Jogo das migrações
Jogo da população mundial


Have fun! :)

sábado, 27 de novembro de 2010

Dicas para quem irá (re)fazer o Enem 2010 Parte 2


2ª homenagem:
Vídeo com o professor Jefferson, do SISTEMA ELITE DE ENSINO.
Um dos melhores da equipe de História do Elite! Pode apostar, galera!
Saca muuuuuuuitoooo!!! Segue as dicas dele que você vai achar o Enem a prova mais fácil do mundo!
Amo muito tudo isso! Saudades S2

Dicas para quem irá (re)fazer o Enem 2010 Parte 1


Homenagem de hoje:
Vídeo com a professora Rosane Reis. Professora de linguas do SISTEMA ELITE DE ENSINO.
Dando dicas para o pessoal que irá realizar o Enem 2010!
Pessoal, segue os conselhos desta mulher, que vocês estarão FEITOS!
Saudades imensas das suas aulas maravilhosas!!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Meu caro amigo - Chico Buarque



Em homenagem aos amigos militantes e também ao meu querido e eterno professor de história William Gabriel.
Que através das suas aulas incríveis e inesquecíveis, fez com que eu me apaixonasse por esse ser. Músico, escritor brasileiro, militante, intelectual e dramaturgo.
Essa e tantas outras músicas, como: "Apesar de você" - "Cálice" - "Acorda amor", que falam um pouco sobre a situação que se passou de 60 em diante.
Com o tempo, vou postando aqui de pouquinho em pouquinho, fragmentos desse grande ser, Chico Buarque!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Exemplo de mapa elaborado com Philcarto

Desvendando o Philcarto

Para trabalhar com o Philcarto é necessário ter uma base de dados e uma base cartográfica.
Para tanto, são utilizados dois aplicativos: o Excel para a elaboração da base de dados e o Adobe Illustrator para a elaboração da base cartográfica.


Procedimenos:
1. Verifique se o programa Philcarto está atualizado em seu computador. Você poderá fazer o download lendo o antigo post do blog.
2. Faça o download da base cartográfica do estado de São Paulo para seu computador:
http://www.geo.uel.br/didatico/basesp.zip
3. Faça o download da base de dados em txt e xls para seu computador: http://www.geo.uel.br/didatico/dadossp.txt e http://www.geo.uel.br/didatico/dadossp.xls

Para a elaboração dos mapas siga os seguintes passos:
1. Abra o Philcarto, que deve estar atualizado em seu computador, selecione o idioma, em seguida selecione o local onde está salva sua base cartográfica .ai (Adobe Ilustrator) clique em ok; selecione o local onde está salva sua base de dados. txt ou xls, clique em ok.
2. Escolha o modo de representação de seu mapa, em seguida o programa vai abrir o mapa produzido com os dados fornecidos pela base dados.
3. Para salvar o mapa vá até o menu: Mapa (gravar como ilustração.ai), para que depois o arquivo possa ser aberto no Adobe Ilustrator para configuração do layout.
4. Após a elaboração no mapa no Philcarto, abrir o Adobe Ilustrator e ir no menu File (open) e selecionar a imagem que foi gravada como ilustração no Philcarto. Com a imagem aberta, ela pode ser editada e melhor trabalhada com as ferramentas do Adobe, principalmente a legenda, tamanho e tipo da fonte, acréscimo de outras informações como (organizador, fonte, escala, título etc...)


Boa sorte :)