domingo, 5 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Decepção não mata, ensina a viver!
Quando nos decepcionamos com alguém é realmente muito doloroso, mas isso é apenas porque criamos sobre uma pessoa a imagem da perfeição, onde as falhas não são previstas. Depois de uma decepção muitos relacionamentos são dissolvidos e embora tenham durado por muito tempo, para algumas pessoas é impossível reconstruir o que foi perdido com a decepção. O fato é que se alguém de nossa convivência pode nos decepcionar cometendo um ou mais erros, ficamos tão focados nisso que não conseguimos enxergar que naquele exato momento também podemos estar decepcionando essa pessoa também.
Em uma amizade, muitas vezes somos conselheiros de boas palavras, ações de bondade, carinho, perdão e de repente, quando nos decepcionamos fazemos exatamente tudo diferente do que sempre falamos... A realidade é que quando o problema se refere a outras pessoas que não estão ligadas diretamente ao nosso convívio é fácil entender, aceitar, mas... Quando acontece conosco ou com quem amamos, as emoções falam mais alto e aí nem nos damos conta de que tudo o que falamos, a imagem que semeamos por muitas vezes, não corresponde as nossas ações... Isso também não é decepcionante para quem recebe de nossa parte essa terrível surpresa?
Aquele que primeiro falhou fica desacretidato pelo seu erro, pois depois da decepção ficamos com um pé atrás... Não seria mais corajoso assumir que temos dú - vi- das! É bem verdade que "maldito é o homem que confia em outro homem", não devemos nos apoiar nos outros e também em nós mesmos, a nossa confiança total deve estar sempre em Deus, Ele tem tudo no controle de Suas mãos, daqueles que confiaram Suas vidas a Ele e em Sua Perfeição sabe que somos imperfeitos, razão pelo Seu Sacrifício.
Quantas vezes nos propomos a não cometer erros e não cumprimos, mas o Deus Vivo que sempre crê, deposita em nós total confiança oferecendo sempre uma nova chance, perdoando e lançando nossos erros e culpas no mar do esquecimento.
Já foi decepcionado?
Lembre-se que você pode através de seu comportamento estar também decepcionando alguém, justamente por agir diferente daquilo que promove e embora ache que ninguém perceba, Deus vê. ELE não despreza a ninguém que o procura, a ninguém que crê, por isso a fé é loucura para muitos, porque sem fé é impossível crer que em segundos, através do arrependimento uma vida inteira de erros é apagada e trocada por uma vida nova feita de acertos.
A decepção é o sentimento de insatisfação que surge quando as expectativas sobre algo ou alguém não se concretizam.
O perdão é o esquecimento completo e absoluto das ofensas, vem do coração é sincero, generoso e não fere o amor próprio do ofensor. Não impõe condições humilhantes tampouco é motivado por orgulho ou ostentação. O verdadeiro perdão se reconhece pelos atos e não pelas palavras.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Repensar a sala de aula
A educação deve ser para a vida e ajudar o indivíduo a desenvolver capacidades de lidar com as situações reais. Os métodos e currículos devem propiciar um aprendizado com significado e o educando ser concebido como agente do ato de aprender. O professor deve instigar a curiosidade do educando, ser um ‘facilitador’, o ‘suporte’. Para tanto, precisa romper com a ditadura do currículo e o ensino centrado na memorização mecânica de conteúdos. Trata-se de reforçar a autonomia do educando e estimular sua criatividade.
É possível vislumbrar educador e educandos com este perfil, considerando-se a realidade escolar? É possível agir nesta direção quando se restringe a preparar para passar no vestibular e/ou para o mercado de trabalho? E ainda exige-se uma educação que forme para a cidadania crítica. Como compatibilizar tudo isto?
Por quanto tempo uma criança, um adolescente ou mesmo um estudante universitário, consegue prestar atenção à aula? Como querer que o aluno, cujo perfil é cada vez mais influenciado por tecnologias como a internet e o celular, suporte a monotonia da sala de aula e as didáticas obsoletas? Como exigir que concentre-se em exposições sobre conteúdos que nada significam para ele? Como insistir no conteudismo e em práticas docentes nada criativas e esperar que o estudante tenha interesse? É justo criticar o educando pelo ‘desinteresse’? Só aprendemos aquilo que de fato nos interessa, ou seja, quando nos envolvemos plenamente no processo de aprender.
Será que a sala de aula ainda é o lugar privilegiado para aprender? É preciso repensar a organização espacial da escola. Com efeito, trata-se de uma arquitetura criada para disciplinar corpos e mentes. O espaço escolar é uma esfera de poder. Enquanto fator disciplinar funcionou muito bem. Com algumas exceções aqui ou acola. A escola conseguiu cumprir sua função disciplinadora. Geralmente, sob o discurso de que a escola, a universidade, deve preparar os jovens para serem bons profissionais e cidadãos, isto é, submissos mas ambiciosos. Estes serão os que conseguirão vencer a competição no mercado de trabalho e, quiçá, terão sucesso em suas carreiras. Observe-se, no entanto, que o descompasso entre a realidade social e as práticas e teorias predominantes no interior das escolas também comprometem até mesmo a sua função disciplinar. Talvez esteja aí uma das explicações para a crescente indisciplina estudantil, mesmo no âmbito da universidade.
As características fundamentais da escola precisam ser repensadas. A organização espacial, o currículo, os métodos de ensino, a função docente, a relação escola-comunidade, etc., estão em defasagem a realidade social que molda o perfil dos estudantes. É preciso repensar seriamente a função da escola, seu papel na sociedade. A escola talvez ensine, mas falha em educar.
É certo que o discurso e as intenções muitas vezes apontam na direção da superação dos problemas que envolvem o sistema de ensino. Há ótimas teorias pedagógicas e muita discussão em torno delas. Mas isto fica restrito a um pequeno círculo, muitas vezes, intelectuais que não vivem na prática a realidade da sala de aula. Então, o ‘espírito’ não encarna, isto é, a prática professoral no dia-a-dia permanece a de sempre: aula expositiva, escrever no quadro, copiar, avaliar segundo critérios e métodos que pressupõe a memorização, etc. A sala de aula não mudará enquanto forem mantidas as características básicas da escola. É o locus do ensino-aprendizagem que precisa ser questionado.
É possível vislumbrar educador e educandos com este perfil, considerando-se a realidade escolar? É possível agir nesta direção quando se restringe a preparar para passar no vestibular e/ou para o mercado de trabalho? E ainda exige-se uma educação que forme para a cidadania crítica. Como compatibilizar tudo isto?
Por quanto tempo uma criança, um adolescente ou mesmo um estudante universitário, consegue prestar atenção à aula? Como querer que o aluno, cujo perfil é cada vez mais influenciado por tecnologias como a internet e o celular, suporte a monotonia da sala de aula e as didáticas obsoletas? Como exigir que concentre-se em exposições sobre conteúdos que nada significam para ele? Como insistir no conteudismo e em práticas docentes nada criativas e esperar que o estudante tenha interesse? É justo criticar o educando pelo ‘desinteresse’? Só aprendemos aquilo que de fato nos interessa, ou seja, quando nos envolvemos plenamente no processo de aprender.
Será que a sala de aula ainda é o lugar privilegiado para aprender? É preciso repensar a organização espacial da escola. Com efeito, trata-se de uma arquitetura criada para disciplinar corpos e mentes. O espaço escolar é uma esfera de poder. Enquanto fator disciplinar funcionou muito bem. Com algumas exceções aqui ou acola. A escola conseguiu cumprir sua função disciplinadora. Geralmente, sob o discurso de que a escola, a universidade, deve preparar os jovens para serem bons profissionais e cidadãos, isto é, submissos mas ambiciosos. Estes serão os que conseguirão vencer a competição no mercado de trabalho e, quiçá, terão sucesso em suas carreiras. Observe-se, no entanto, que o descompasso entre a realidade social e as práticas e teorias predominantes no interior das escolas também comprometem até mesmo a sua função disciplinar. Talvez esteja aí uma das explicações para a crescente indisciplina estudantil, mesmo no âmbito da universidade.
As características fundamentais da escola precisam ser repensadas. A organização espacial, o currículo, os métodos de ensino, a função docente, a relação escola-comunidade, etc., estão em defasagem a realidade social que molda o perfil dos estudantes. É preciso repensar seriamente a função da escola, seu papel na sociedade. A escola talvez ensine, mas falha em educar.
É certo que o discurso e as intenções muitas vezes apontam na direção da superação dos problemas que envolvem o sistema de ensino. Há ótimas teorias pedagógicas e muita discussão em torno delas. Mas isto fica restrito a um pequeno círculo, muitas vezes, intelectuais que não vivem na prática a realidade da sala de aula. Então, o ‘espírito’ não encarna, isto é, a prática professoral no dia-a-dia permanece a de sempre: aula expositiva, escrever no quadro, copiar, avaliar segundo critérios e métodos que pressupõe a memorização, etc. A sala de aula não mudará enquanto forem mantidas as características básicas da escola. É o locus do ensino-aprendizagem que precisa ser questionado.
- Quem tá cmg??
E a cena se repete...
Há fatos que se repetem todo final de ano. São outros nomes e rostos, mas há algo similar no comportamento de grande parte dos estudantes. Em geral, é o que não cumpre minimamente os deveres enquanto “acadêmicos”. Sabe aquele jeitinho brasileiro, de deixar as coisas para última hora sempre? Então...
Reconheço que os estudantes são submetidos às pressões e exigências que os forçam a adotar “estratégias de sobrevivência”. Isto significa, por exemplo, rifar determinadas disciplinas para concentrar-se em outras com maiores exigências e ‘rigor professoral’. É a necessidade de tirar a nota, de passar de ano! Muitas vezes, a matéria rifada é considerada sem importância ou o professor é tido como pouco exigente, “bonzinho”, “café com leite”. Por que dedicar-se a disciplinas cujos conteúdos parecem nada acrescentar à formação do futuro professor? A desimportância, aliás, é confirmada pela própria organização da grade curricular, na medida em que estas disciplinas são relegadas às sextas-feiras, últimos horários; ou quando se decide pela retirada da disciplina do curso.
Compreendo tudo isto, mas não entendo a facilidade que alguns têm em jogar o problema para o outro. Ora, no início do semestre letivo o professor estabelece prazos, flexibiliza-os a partir das necessidades dos alunos e, mesmo assim, não são cumpridos. O professor solicita trabalho escrito que pressupõe a leitura de um livro, assimilação da teoria e análise. No primeiro dia de aula ele estabelece a data limite para entregar: o último dia do ano. E mesmo assim, não se cumpre o prazo. O aluno deixa tudo de lado, dedica-se à suas prioridades e faz a atividade solicitada de qualquer forma (não vou usar aquela expressão chula e machista).
Coisas que me estressam demaaaaais!!!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
30 filmes que você NÃO pode deixar de assistir
- Fahrenheit 11 de setembro (Fahrenheit 9/11; 2004, EUA, direção: Michael Moore) – Documentário sobre como os EUA se tornaram alvo de ataques terroristas a partir dos atentados de 11 de setembro de 2001.
- O Nome da Rosa (The Name of the Rose; 1986, Itália/Alemanha/França, direção: Jean-Jacques Annaud) – Durante a Itália Medieval, um monge é chamado para solucionar um crime que abala uma abadia.Com base no livro homônimo de Umberto Eco, possui uma boa reconstituição da época.
- Tempos Modernos (Modern Times; 1936, EUA, direção: Charles Chaplin) – Durante a Depressão de 30, Carlitos trabalha em uma grande indústria e se torna líder de uma greve por acaso. Mostra as conseqüências da modernização, a condição desumana do trabalhador, a extração da mais-valia. Uma crítica à industrialização selvagem e ao descaso com os operários.
- Bom dia, Vietnã (Good morning, Vietnam; 1987; EUA, direção Barry Levinson) – Em 1965, no início da intervenção militar, soldado (Robin Williams) trabalhava como discjóquei em uma rádio do exército em Saigon. Irreverente, anti- militarista, denunciava a propaganda de guerra, as mentiras dos comunicados militares e mudava a programação musical oficial. Baseado na vida do soldado Adrian Cronauer.
- O dia depois de amanhã (The day after tomorrow; 2004, EUA, direção: Roland Emmerich) – Atitudes que provocaram, por exemplo, o aquecimento global e outras modificações ambientais, geram uma onda de catástrofes que irá modificar a vida na Terra. Útil também para analisar algumas impossibilidades colocadas no filme.
- Dersu Uzala (Dersu Uzala; 1975; URSS/Japão, direção: Akira Kurosawa) – A relação do homem com a natureza. No fim do século XIX, um cartógrafo russo recebe a incumbência de realizar um mapeamento de áreas da Sibéria; ali conhece um caçador mongol e se tornam amigos.
- Doutor Jivago (Doctor Zhivago; 1965, EUA, direção: David Lean) – Durante a revolução e a guerra civil na Rússia Bolchevique, um médico e poeta burguês procura manter seus ideais liberais e se apaixonou pela esposa de um líder político e militar bolchevique.
- Tucker – um homem e seu sonho (Tucker – the man and his dream; EUA, 1988, direção:Francis Ford Coppola) – Crítica ao capitalismo monopolista, dominado por cartéis que inviabilizam a concorrência. Baseado na história real do inventor Preston Tucker que, em 1948, construiu um carro, provocando a ira das “três grandes” (GM, Ford e Chrysler).Importante para discutir capitalismo monopolista, cartelização, livre concorrência etc.
- Um grito de liberdade (Cry Freedom; 1987, Inglaterra, direção: Richard Attenborouh) – Retrato da política do apartheid na África do Sul. Baseado nos livros Biko e Asking, do jornalista Donald Woods. Mostra a situação dos negros, a amizade e o assassinato de Steve Biko, um líder sul-africano.
- Gaijin – Os caminhos da liberdade (1980, Brasil, direção: Tizuka Yamazaki) – Sobre a vinda de imigrantes japoneses para o trabalho nas fazendas de café no interior do estado de São Paulo. Por meio de uma história de amor (entre uma imigrante japonesa e um imigrante italiano), aborda a condição de vida destes colonos e a relação dos colonos japoneses com italianos e nordestinos.
- Vidas Secas (1963, Brasil, direção: Nelson Pereira dos Santos) – (do romance de Graciliano Ramos) Narra a história de uma família de retirantes nordestinos que foge da Seca. Bastante fiel ao livro, mostra a caminhada sempre em busca de um local para ficar. Existe o período de tempo bom – no qual a família permanece em uma fazenda – até a estiagem, a ausência de inverno, quando ela se põe a caminho novamente.
- Todos os homens do presidente (All the President’s Men; 1976, EUA, direção: Alan J. Pakula) – A respeito do Escândalo de Watergate, durante o período Nixon. Dois jornalistas(Carl Bernstein e Bob Woodward) do Washington Post investigam a invasão da sede do Partido Democrata durante a campanha presidencial de 1972.
[...]
Entre outros: Uma verdade inconveniente, Tiros em Columbine, Elizabeth 1 e 2, A Queda!, Adeus Lenin, A última hora, Carlota Joaquina, Diario de motocicleta, Hotel Ruanda, Senhor das armas, Lutero, O ano em que meus pais sairam de férias, O jardineiro fiel, Em nome da Rosa, o que é isso companheiro?, The Corporation, Siper sizeme - A dieta do palhaço, Zuzu Angel entre CENTENAS de outros!
O que é geografia?
O que é Geografia?
Durante muito tempo eu me indaguei sobre essa fatídica pergunta. No dicionário diz que “a geografia é uma ciência que tem por objetivo o estudo da superfície terrestre e a distribuição espacial de fenômenos significativos na paisagem. Também estuda a relação recíproca entre o homem e o meio ambiente”. E é nesse conceito que a gente se prende até que num momento percebemos que é muito mais que isso.
A geografia como ciência realmente se baseia no estudo do espaço e seus fenômenos, mas como filosofia ela transcende, e em proporções grandiosas, esse conceito. Magicamente aprendemos com ela como chegamos, como nos desenvolvemos física e politicamente e passamos a entender o porquê do nosso modo de vida. Ela nos faz descobrir os nós de nossa sociedade e nos convida a desatá-los. Nos mostra o funcionamento do nosso ambiente, nosso solo, nossa hidrografia e tudo mais que interfere no nosso modo de vida.
Eu falo, e por experiência própria, que a Geografia nos transforma por dentro. Deixamos de ser sujeitos sociais para nos transformarmos em cidadãos críticos e analíticos formadores de opinião e principalmente a sermos agente de transformação! A geografia instrui que o que se movimenta está vivo, que ficar parado não é a melhor opção, que sempre podemos fazer mais pelo coletivo e pelos nosso ideais. Nos mostra o valor das diferenças, a importância do respeito e joga por terra preconceitos fazendo emergir o sabor dos mais variados modos de vida e de cultura.
Quando criamos uma intimidade com essa ciência tão fantástica percebemos que devemos evoluir sempre, e que respeitar e proteger nosso meio é uma questão de vida! Como diz o Milton Santos “O mundo é formado não apenas pelo que já existe, mas pelo que pode efetivamente existir”, então façamos, comecemos a mudar o mundo hoje, começando por nos mesmos, e nem precisa ser com grandes atos. E se me permite, sugiro que essa transformação possa começar com o exercício do respeito, tente e você vai ver que tudo fica geograficamente mais interessante!
Via: Italo Freitas (Tito)
domingo, 28 de novembro de 2010
Charge sobre fordismo
FORDISMO: é um sistema de produção, criado pelo empresário norte-americano Henry Ford, cuja principal característica é a fabricação em massa. Henry Ford criou este sistema para sua indústria de automóveis, projetando um sistema baseado numa linha de montagem.
O objetivo principal deste sistema era reduzir ao máximo os custos de produção e assim baratear o produto, podendo vender para o maior número possível de consumidores. Desta forma, dentro deste sistema de produção, uma esteira rolante conduzia a produto, no caso da Ford os automóveis, e cada funcionário executava uma pequena etapa. Logo, os funcionários não precisavam sair do seu local de trabalho, resultando numa maior velocidade de produção. Também não era necessária utilização de mão-de-obra muito capacitada, pois cada trabalhador executava apenas uma pequena tarefa dentro de sua etapa de produção.
Na década de 1980, o fordismo entrou em declínio com o surgimento de um novo sistema de produção mais eficiente, o Toyotismo. Mas isso já é conteúdo de outra futura postagem. =)
Bom domingo!
Geo game 3
Boa tarde, gente!
Pra curtir o domingo jogando e aprendendo.
Segue alguns links do Geo game edição #03 de domingo!
Jogo da pirâmide etária
Jogo das migrações
Jogo da população mundial
Have fun! :)
Pra curtir o domingo jogando e aprendendo.
Segue alguns links do Geo game edição #03 de domingo!
Jogo da pirâmide etária
Jogo das migrações
Jogo da população mundial
Have fun! :)
sábado, 27 de novembro de 2010
Dicas para quem irá (re)fazer o Enem 2010 Parte 2
2ª homenagem:
Vídeo com o professor Jefferson, do SISTEMA ELITE DE ENSINO.
Um dos melhores da equipe de História do Elite! Pode apostar, galera!
Saca muuuuuuuitoooo!!! Segue as dicas dele que você vai achar o Enem a prova mais fácil do mundo!
Amo muito tudo isso! Saudades S2
Dicas para quem irá (re)fazer o Enem 2010 Parte 1
Homenagem de hoje:
Vídeo com a professora Rosane Reis. Professora de linguas do SISTEMA ELITE DE ENSINO.
Dando dicas para o pessoal que irá realizar o Enem 2010!
Pessoal, segue os conselhos desta mulher, que vocês estarão FEITOS!
Saudades imensas das suas aulas maravilhosas!!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Meu caro amigo - Chico Buarque
Em homenagem aos amigos militantes e também ao meu querido e eterno professor de história William Gabriel.
Que através das suas aulas incríveis e inesquecíveis, fez com que eu me apaixonasse por esse ser. Músico, escritor brasileiro, militante, intelectual e dramaturgo.
Essa e tantas outras músicas, como: "Apesar de você" - "Cálice" - "Acorda amor", que falam um pouco sobre a situação que se passou de 60 em diante.
Com o tempo, vou postando aqui de pouquinho em pouquinho, fragmentos desse grande ser, Chico Buarque!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Geo game 2
Pra quem curte quebra cabeças...
Tá aí, um joguinho disponível no G1.
Pra montar o mapa mundi.
clique aqui
Bom jogo! :)
Tá aí, um joguinho disponível no G1.
Pra montar o mapa mundi.
clique aqui
Bom jogo! :)
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Desvendando o Philcarto
Para trabalhar com o Philcarto é necessário ter uma base de dados e uma base cartográfica.
Para tanto, são utilizados dois aplicativos: o Excel para a elaboração da base de dados e o Adobe Illustrator para a elaboração da base cartográfica.
Procedimenos:
1. Verifique se o programa Philcarto está atualizado em seu computador. Você poderá fazer o download lendo o antigo post do blog.
2. Faça o download da base cartográfica do estado de São Paulo para seu computador: http://www.geo.uel.br/didatico/basesp.zip
3. Faça o download da base de dados em txt e xls para seu computador: http://www.geo.uel.br/didatico/dadossp.txt e http://www.geo.uel.br/didatico/dadossp.xls
Para a elaboração dos mapas siga os seguintes passos:
1. Abra o Philcarto, que deve estar atualizado em seu computador, selecione o idioma, em seguida selecione o local onde está salva sua base cartográfica .ai (Adobe Ilustrator) clique em ok; selecione o local onde está salva sua base de dados. txt ou xls, clique em ok.
2. Escolha o modo de representação de seu mapa, em seguida o programa vai abrir o mapa produzido com os dados fornecidos pela base dados.
3. Para salvar o mapa vá até o menu: Mapa (gravar como ilustração.ai), para que depois o arquivo possa ser aberto no Adobe Ilustrator para configuração do layout.
4. Após a elaboração no mapa no Philcarto, abrir o Adobe Ilustrator e ir no menu File (open) e selecionar a imagem que foi gravada como ilustração no Philcarto. Com a imagem aberta, ela pode ser editada e melhor trabalhada com as ferramentas do Adobe, principalmente a legenda, tamanho e tipo da fonte, acréscimo de outras informações como (organizador, fonte, escala, título etc...)
Boa sorte :)
Para tanto, são utilizados dois aplicativos: o Excel para a elaboração da base de dados e o Adobe Illustrator para a elaboração da base cartográfica.
Procedimenos:
1. Verifique se o programa Philcarto está atualizado em seu computador. Você poderá fazer o download lendo o antigo post do blog.
2. Faça o download da base cartográfica do estado de São Paulo para seu computador: http://www.geo.uel.br/didatico/basesp.zip
3. Faça o download da base de dados em txt e xls para seu computador: http://www.geo.uel.br/didatico/dadossp.txt e http://www.geo.uel.br/didatico/dadossp.xls
Para a elaboração dos mapas siga os seguintes passos:
1. Abra o Philcarto, que deve estar atualizado em seu computador, selecione o idioma, em seguida selecione o local onde está salva sua base cartográfica .ai (Adobe Ilustrator) clique em ok; selecione o local onde está salva sua base de dados. txt ou xls, clique em ok.
2. Escolha o modo de representação de seu mapa, em seguida o programa vai abrir o mapa produzido com os dados fornecidos pela base dados.
3. Para salvar o mapa vá até o menu: Mapa (gravar como ilustração.ai), para que depois o arquivo possa ser aberto no Adobe Ilustrator para configuração do layout.
4. Após a elaboração no mapa no Philcarto, abrir o Adobe Ilustrator e ir no menu File (open) e selecionar a imagem que foi gravada como ilustração no Philcarto. Com a imagem aberta, ela pode ser editada e melhor trabalhada com as ferramentas do Adobe, principalmente a legenda, tamanho e tipo da fonte, acréscimo de outras informações como (organizador, fonte, escala, título etc...)
Boa sorte :)
sábado, 30 de outubro de 2010
PhilCarto: Um Programa de Cartomática
Antes de explicar o que é o PhilCarto e como obtê-lo, vamos ter bem em mente o que ele não é. O PhilCarto não é um software de SIG (Sistema de Informações Geográficas).
O PhilCarto é um programa de cartomática (cartografia + automática) desenvolvido pelo Geógrafo Philippe Waniez e está disponível em quatro idiomas: francês, inglês, espanhol e português. O software não é de código aberto/livre, mas é gratuito. Mas vale lembrar, que não é dada autorização para se distribuir cópias do programa a outras pessoas ou instituições sem autorização prévia por escrito do autor (philcarto@free.fr).
São dois os módulos do Philcarto: o Basic (Básico) e o Pro (Avançado).
O módulo Basic permite a elaboração de mapas de círculos proporcionais, isopléticos, coropléticos, de isolinhas e de ligações. No contexto deste módulo as variáveis são representadas assim como estas estão na base de dados e as análises são referenciadas à distribuição e variação das informações pelas unidades espaciais.
Já o módulo Pro possibilita análises bem mais aprofundadas a partir do cruzamento e exploração das variáveis e da base cartográfica. São empregadas técnicas de análises estatísticas e espaciais como análise de agrupamentos, análise fatorial, diagrama triangular, análise de superfície de tendência e etc.
De acordo com o autor de um importante manual em português do programa, três características que atribuem qualidade ao Philcarto são:
- Total liberdade e versatilidade na elaboração/adaptação das bases cartográficas e de dados;
- Diversidade de funções de mapeamento e análise dos dados;
- Qualidade do mapa final, exportado em formato vetorial.
O software pode ser obtido através do site oficial, o qual pode ser acessado neste link. Além do Philcarto, também são disponibilizados no site alguns programas que também auxiliam na elaboração da base cartográfica. Para fazer o download de todos estes programas é necessário fazer um cadastro, especificamente nesta seção do site.
Você também pode baixar alguns slides elaborados pelo Prof. Dr. Jorge Gustavo Raffo sobre o Philcarto, acessando esta página.
- É isso, espero ter ajudado alguém :)
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Primeiro post
Adorei esse geo game!
Pena que é em Inglês... se tivesse tradução daria até para incorporá-lo em aulas...
Mas vale a pena dar uma checada no link.
Geo game
Pena que é em Inglês... se tivesse tradução daria até para incorporá-lo em aulas...
Mas vale a pena dar uma checada no link.
Geo game
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